
Internacionalizar o patrimônio exige avaliar a distribuição dos recursos e os riscos. O São Paulo São aborda o tema dentro do planejamento financeiro.
Entender as concentrações
Concentrar renda e patrimônio em uma única moeda e economia também concentra exposições. Considerar outros mercados permite avaliar países, setores e moedas diferentes, sem exigir o abandono dos investimentos brasileiros.
Na matéria, Christiano Aguiar, general manager da Garavello Capital, observa que a tentativa de escolher o momento perfeito para começar pode desviar a atenção do essencial: objetivos definidos, disciplina e continuidade. A estratégia depende da realidade de cada investidor.
Relacionar investimentos e objetivos
Compromissos futuros no exterior também entram nessa análise. Educação internacional, aposentadoria ou manutenção de familiares em outro país podem envolver despesas em moeda estrangeira e devem ser considerados na organização dos recursos.
Diversificar não elimina riscos nem assegura resultados. Para a Garavello, o planejamento internacional precisa relacionar a composição patrimonial às necessidades da família, ao prazo dos objetivos e ao perfil de risco. A análise inclui a concentração da vida financeira, além da cotação do dólar.
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Fonte: saopaulosao.com.br.